Notícias

Folha de Londrina - 29/07/2008

Transplante de órgãos no País ainda é desigual

São Paulo - Mesmo com equipes intra-hospitalares de notificação, o modelo adotado no Brasil prioriza a atuação das Centrais de Notificação, Capacitação e Distribuição de Órgãos (CNCDOs). Hoje, em 22 Estados brasileiros as centrais são as responsáveis por encontrar um possível doador e um receptor compatível. Isso, porém, não evita a desigualdade entre os Estados.

Mesmo com a atuação das CNCDOs, nem todas as modalidades de transplantes são cobertas nos 22 Estados em que as centrais operam. O transplante de fígado, por exemplo, é feito em 13 Estados. O de coração, em 18, e o de pâncreas, em nove.

Esse é o desafio do Sistema Nacional de Transplantes (SNT) - segundo maior do mundo, com gastos de mais de R$ 500 milhões por ano: interiorizar o acesso aos serviços de transplante. Atualmente, Estados como São Paulo concentram a maioria dos procedimentos.

Agência Estado



Confira a agenda de eventos !
© Copyright 2003-2007 ABCDT - Todos os direitos reservados